Universidades federais de Pernambuco alteram atividades por causa do segundo turno das eleições
UFRPE suspenderá aulas em dois dias, enquanto UFPE recomenda mudanças nas avaliações e no controle de frequência dos estudantes
da redação
O segundo turno das eleições, marcado para o domingo (25), vai provocar mudanças na rotina acadêmica de duas universidades federais de Pernambuco. As instituições anunciaram medidas para evitar que alunos e servidores sejam prejudicados pela necessidade de viajar até as cidades onde votam.
Na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), não haverá aulas na sexta-feira (23) nem na segunda-feira (26). A decisão vale para as atividades acadêmicas da instituição e foi oficializada por meio de uma portaria da Reitoria.
Segundo a UFRPE, a suspensão pretende garantir mais tempo para o deslocamento de estudantes e profissionais que trabalham ou estudam longe do município onde estão cadastrados na Justiça Eleitoral.
O conteúdo previsto para os dois dias deverá ser reposto posteriormente, respeitando os calendários acadêmicos. Já os servidores que precisarem se ausentar deverão informar a situação com antecedência aos superiores responsáveis.
Na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a decisão foi diferente. As aulas estão mantidas, mas a Reitoria recomendou que professores e coordenadores adotem medidas para facilitar a participação dos estudantes na votação.
A orientação, divulgada na segunda-feira (19), é evitar provas e outras avaliações na segunda-feira (26), dia seguinte à eleição. A universidade também recomenda maior flexibilidade no controle de presença dos alunos que comprovarem a necessidade de viajar para votar.
Os professores poderão ainda oferecer alternativas para acompanhar ou recuperar os assuntos trabalhados em sala, conforme as necessidades de cada turma.
A UFPE ressaltou que não haverá paralisação geral das atividades acadêmicas ou administrativas. As orientações permitem adaptações pontuais, sem interromper o funcionamento da instituição.
De acordo com a Reitoria, a proposta é garantir que o deslocamento para votar não provoque prejuízos à vida acadêmica dos estudantes.







